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Aril Brikha - Akire  Inserido Wednesday 16 January 2008 22:28

aril brikha akire


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uma pausazinha entre Sven Sath e divulgo um pouco de Aril Brikha (:

 

biografia cm costume:

 

Em 1998 Aril Brikha surpreendeu o mundo com “ Groove La Chord”, o tema que se tornou um gigantesco hino nas pistas de dança, passando pelas mãos de todos os djs de renome, fossem estes de house ou techno. Um trabalho que cruzou várias fronteiras, levantando as naturais questões: Será house? Será techno? Na realidade, é tudo e não é nada porque “Groove la Chord” é intemporal. Ninguém ficou mais surpreendido com o sucesso que o próprio Brikha, visto que, originalmente o apresentou na demo como um potencial lado B. Dois anos após ter gravado “Groove la Chord”, Brikha ouviu-o num clube pela primeira vez quando Derrick May o passou num clube em Chicago. Foi aí que se apercebeu do seu potencial. 

Como exilado cultural na Suécia, Aril Brikha nunca teve o espírito de se conformar. Nascido no Irão, com antepassados Sírios, emigrou para a Escandinávia quando tinha três anos, vivendo lá até aos dias de hoje.

Desde muito cedo e incentivado pelos pais, Brikha foi demonstrando o seu talento musical. Aos 7 anos, seu pai, pianista de profissão, ofereceu-lhe um órgão e ensinou-lhe as suas primeiras notas. Pouco tempo depois, o seu génio levou-o a ir-se apercebendo das notas por ouvido e logo no início da sua adolescência, desenvolveu interesse em artistas electrónicos, tais como os Depeche Mode, Front 242 e Jean Michel Jarre.

Brikha comprou então um Atari e começou a utilizar um sequenciador. Depois de inicialmente ter emulado a música dos outros, entrou na fase da composição aos 16 anos. Os seus amigos, atentos aos seus primeiros temas, apelidaram o seu trabalho de Detroit techno, o que surpreendeu Brikha porque não fazia mínima ideia do que isso na realidade era. Foi então que os seus companheiros lhe mostraram discos de Robert Hood e da Basic Channel de Berlim.

Numa altura onde o techno sueco se circunscrevia a dj-tools minimalistas baseados em loops, Brikha criava música cerebral, emocional e espiritual. Ninguém queria ouvir. Foi por essa razão que as primeiras experiências em editoras suecas como a Dunkla, Plump e Placktown não o motivarem e o levou a contactar editoras independentes além fronteiras, como foi o caso da Transmat de Derrick May. A resposta da Transmat foi imediata e, logo a seguir, no decorrer de 1998, foi editado o ep “Art Of Vengeance”, que continha “Groove la Chord”, numa editora irmã chamada Fragile. Um ano mais tarde, Brikha produz o LP “Deeparture in Time”, uma colecção de temas feitos durante um período de seis anos e produzidos apenas com um teclado, uma caixa de ritmos e o Atari. O resultado: músicas plenas de groove e emoção dos quais “ Embrace”, “ Otill” e “ Setting Sun” são bons exemplos. As críticas foram excepcionais.

Ao mesmo tempo, foi editado o EP “Deeparture in Time”, que continha dois temas, um dos quais conseguiu alcançar ou mesmo ultrapassar os patamares de fama a que “Groove la Chord” chegou. Trata-se de “ On and On”, que, de novo, passa pelas mãos dos mais reputados djs de house e techno. Um tema que ainda hoje se continua a ouvir com muita frequência.

A partir de 2006 e acompanhando a evolução da dance scene, Brikha vira-se para editoras europeias, estreando-se na belga Music Man e na inglesa Peacefrog, com os EPs “ Pray for Peace”, “ For Mother” e “ Room 337”. Já em 2007, consegue uma nova proeza com o EP intemporal “Winter”, editado pela alemã Kompakt. Um disco, onde os temas “ Winter” e “Berghain” são de uma beleza incontestável. Recentemente, edita ainda “Akire” na Poker Flat, revelando o continuado interesse manifestado pelas grandes editoras da actualidade e confirmando o respeito que merece por ter construído uma carreira ímpar, fruto de todo o seu génio.

Desde a altura em que se aliou à Transmat até à actualidade, Brikha celebrizou-se como a grande estrela mundial do deep techno, tendo actuado em todos os grandes festivais e clubes do mundo, começando pelo Detroit Electronic Music Festival, indo até ao Fabric em Londres e Air em Tóquio.

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Todos os comentários feitos ao artigo : Aril Brikha - Akire

  • Zbiry diz:Thursday 17 January 2008 23:31

    UI! Isto é mt bom. É de notar que normalmente os grandes sons surgem de nomes menos conhecidos. O myspace por exemplo é uma autentica mina... Tiveste bem vou estar mais atento a este senhor.
  • kebzthatguy diz:Thursday 17 January 2008 17:42

    fixee!!! :D

    HugS.

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